Direitos Humanos

Santiago possui comitê da escuta protegida

Um dos objetivos principais de formação do Comitê é evitar revitimização das crianças e adolescentes

Foto: Ieda Beltrão

Na última terça-feira (25, na URI-Santiago foi apresentado o Comitê da Escuta Protegida de Santiago, formalizando a aplicação da Lei  da Escuta Protegida  que estabelece mecanismos para proteger crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

A iniciativa representa um avanço na rede de proteção de Santiago, fortalecendo a articulação entre os diferentes setores envolvidos no atendimento. A presidente do Comitê, psicóloga Fernanda Barrichelo  disse que a proteção de uma criança ou adolescente, vítimas ou testemunha de violência é um passo muito maior do que falar sobre o cuidado.

Um dos objetivos principais de formação do Comitê é evitar revitimização das crianças e adolescentes, fazendo com que elas relatem de uma só vez a situação vivida, para uma única pessoa e a partir daí os encaminhamentos para os órgãos competentes para investigação do caso.

O comitê funcionará junto à sala dos Conselhos na Secretaria de Desenvolvimento Social.  A ideia é de que se reúna uma vez ao mês para avaliação do processo.

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