Memória

40 anos sem Teixeirinha: como a memória do ídolo é celebrada no RS

Cantor, cineasta e comunicador que foi o artista mais popular da música regional vendeu milhões de discos e estrelou 12 filmes

Foto: Arquivo

Vitor Mateus Teixeira, morreu em 4 de dezembro de 1985, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.  Mais conhecido como Teixeirinha, morreu em decorrência de um câncer nas glândulas linfáticas. Passados 40 anos, seu legado segue reverenciado em diferentes pontos do Rio Grande do Sul.

Cantor, cineasta e comunicador: Teixeirinha é o maior ídolo popular que a música regional gaúcha já produziu. Acumulou sucessos como Querência AmadaCoração de Luto e Tordilho Negro, vendeu milhões de discos, estrelou 12 filmes e movimentou cinemas pelo Rio Grande do Sul.

Tamanha veneração pode ser observada no Cemitério da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre, especialmente no Dia de Finados. Há quatro décadas que o túmulo do cantor é o mais visitado no local, que também conta com uma estátua do ícone da música gaúcha.

Aliás, um dos monumentos mais célebres do artista está localizado na Praça do Teixeirinha, em Passo Fundo, onde ele viveu entre 1958 e 1960. Composta de sucatas e metais, a estátua é de autoria de Paulo Siqueira e foi inaugurada em 1991.

Também há uma estátua dedicada ao músico na Praça da Matriz, em Rolante, no Vale do Paranhana. O orgulho pelo artista pode ser observado já no pórtico da cidade, que diz: “Terra natal do Teixeirinha”. Ele nasceu no distrito da Mascarada, em 3 de março de 1927, na zona rural do município, onde viveu os seis primeiros anos de vida. Inaugurada em 2008, a estátua foi criada pelo artista Valério Voltz.

Outra homenagem ao cantor presente no município de 21 mil habitantes é a Rota Teixeirinha, formada por oito placas em forma de violão com letras de músicas do compositor.

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