Saúde

Vacina da gripe para crianças entra no Calendário Nacional e outros esquemas vacinais são alterados

Foto: Ieda Beltrão

 A vacina da gripe agora faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos (a partir de 60 anos de idade), tornando permanente a proteção para esses públicos. 

A medida reforça a estratégia de imunização e se soma a outras mudanças para 2025, como a ampliação do período para aplicação da vacina contra rotavírus e a substituição das doses de reforço da vacina oral contra poliomielite por uma dose inativada. No combate à poliomielite, o esquema vacinal e o reforço passam a ser exclusivamente com a vacina inativada (VIP), que é injetável. Já a vacina contra o rotavírus teve o período para aplicação das doses ampliado: agora, a primeira dose, indicada aos dois meses de idade, pode ser administrada até os 11 meses e 29 dias; enquanto a segunda dose, indicada aos quatro meses, poderá ser aplicada até os 23 meses e 29 dias.

Covid-19

A imunização contra a Covid-19 faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças a partir de seis meses a menores de 5 anos de idade, idosos (a partir de 60 anos de idade) e gestantes.

A vacinação dos demais grupos especiais a partir de 5 anos de idade será realizada periodicamente em qualquer sala de vacina, sendo a cada seis meses para imunocomprometidos e a cada ano para os demais grupos: 

  • pessoas vivendo em instituições de longa permanência
  • indígenas
  • ribeirinhos
  • quilombolas
  • puérperas (aquelas não vacinadas durante a gestação)
  • trabalhadores da saúde
  • pessoas com deficiência permanente
  • pessoas com comorbidades
  • pessoas privadas de liberdade
  • funcionários do sistema de privação de liberdade
  • adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas
  • pessoas em situação de rua

Para a população geral entre 5 e 59 anos, e aqueles que nunca receberam nenhuma dose, a recomendação é de uma dose de vacina contra a Covid-19. As mudanças foram implementadas com base em evidências científicas e ampliam a proteção contra doenças imunopreveníveis, garantindo um acesso mais abrangente e eficaz às vacinas.

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