Os crimes virtuais crescem a cada dia e geram preocupação aos órgãos de segurança. O delegado regional da 21ª Região Policial, Guilherme Milan Antunes, ressaltou que esse tipo de crime vêm fazendo cada vez mais vítimas na região.
Guilherme explica que crimes virtuais ou cibernéticos são infrações penais cometidas por meio de dispositivos eletrônicos, sistemas de computadores ou da internet. Eles são divididos entre crimes próprios e impróprios (crimes físicos, como estelionato ou difamação, que utilizam o ambiente digital como meio).
Entre os golpes que mais preocupam atualmente está o do falso advogado, modalidade que tem sido registrada com frequência e causado prejuízos financeiros a muitas pessoas. De acordo com Guilherme esse crime teve um aumento de 25% em relação ao ano de 2025. E o mais grave que muitas pessoas estão realmente caindo na fraude apesar da campanha intensa que está sendo feita através da OAB e Polícia Civil. Os criminosos agem com frieza e perfeição de detalhes para se passar pelo advogado daquele cliente (foto, documentação, valores, etc). Para o delegado Guilherme uma das principais defesas é nunca fazer nada sem antes entrar em contato com advogado, ligar, fazer vídeo chamada, enfim, se certificar que trata-se do profissional contratado.
Entre os principais crimes virtuais estão:
Os delitos mais recorrentes no Brasil abrangem uma grande variedade de ações, desde golpes financeiros até ofensas à honra:
Fraudes e golpes financeiros: enganos para roubar senhas, dados de cartões e contas bancárias, ou uso de aplicativos de mensagens para se passar por conhecidos e pedir dinheiro.
Estelionato mediante fraude eletrônica: uso de artifícios digitais para induzir a vítima ao erro e obter vantagem ilícita.
Invasão de dispositivo informático: acesso não autorizado a computadores, celulares ou redes para obter ou adulterar dados (conhecido como ataque hacker), crime tipificado pela Lei Carolina Dieckmann.
Crimes contra a honra: calúnia, difamação e injúria cometidas em redes sociais ou aplicativos.
