A Lei da Escuta Protegida – 13. 431, completa neste mês de abril, nove anos de existência. Ela foi criada em 2017. Traz mecanismos que asseguram a proteção integral da criança que tenha sido vítima ou testemunha de alguma violência. A legislação também impede que a mesma tenha contato, mesmo que visual com o agressor ou com pessoas que representem uma ameaça na tomada de seu depoimento.
A titular da Promotoria Especializada do MP de Santiago, promotora Maria Luiza Vieira Peretti observa que a maioria dos crimes contra crianças e adolescentes acontece no seio familiar ou por alguma pessoa que frequenta sua casa. E muitas vezes de forma espontânea, a vítima encontra na escola o ambiente acolhedor para falar sobre o assunto. Mas quando se tratar de escuta especializada a rede de proteção precisa contar com profissionais capacitados para isso, frisa a promotora de justiça,

