As pragas nas lavouras variam muito de acordo com o clima do ano favorecendo a existência de uma espécie ou de outra. Em 2025 a incidência foi de tripes e de ácaro pela falta de chuva, além de percevejos que acometeram as lavouras.
Conforme a professora Tassiane Bolzan Moraes, do curso de Agronomia da URI-Santiago se não for feito nenhum controle adequado, só com o percevejo, que é um sugador de grãos, as perdas podem chegar em até 30%; com tripes em até 10 sacos por hectare. Observa que os prejuízos não estão relacionados somente na soja, mas também a outras culturas.
O nível econômico de pragas nas lavouras é representado por um número, equivalente a cada espécie existente. Para mais significa prejuízos ao produtor. Daí a importância do manejo de controle com inseticidas ou acaricidas. É economicamente viável a lente de controle. Todos estes bichos são detectados através de técnicas, direto nas lavouras, como as do “ batida de pano” e até uso de lupas para no caso dos tripes e ácaros.
