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10/07/2018 | 17h19min

Museu Pedro Palmeiro divulga pesquisa sobre o cemitério de Santiago

Trabalho de pesquisa foi feito pelo historiador Valdir Amaral Pinto

Construções chamam atenção. Fotos: Divulgação/Museu Pedro PalmeiroConstruções chamam atenção. Fotos: Divulgação/Museu Pedro Palmeiro

O Museu Pedro Palmeiro divulgou em sua página no Facebook um trabalho de pesquisa elaborada pelo historiador, Valdir Amaral Pinto. Fatos curiosos e interessantes são narrados. Leia na íntegra.

 

Cemitério, do latim coemeterium, do grego Koiman, significa lugar onde dormir, ou onde repousar, onde se enterram os defuntos.
Como os cemitérios mundialmente famosos, o de Santiago também tem a sua história. 


O primeiro cemitério deve ter existido junto à primitiva estância de São Thiago. Aqui, no local onde se acha a cidade, o primeiro cemitério regular situava- se na atual rua Sete de Setembro, ocupando o terreno que hoje pertence às famílias Goelzer e Bedin e à Cooperativa Regional Triticola Santiaguense Ltda, fechado por excesso de lotação em 12/03/1890. 


O atual cemitério teve a sua construção iniciada em 1890, passando a funcionar em 22/07/1890, desse ano, tendo Thomaz Frota como zelador. Em 02 de novembro de 1891- dia de finados o padre Domingos Nazo benzeu oficialmente o local.


No ano de 1919, foi ampliado em sua área física, passando a ocupar uma área de um hectare, em forma de quadrado, por iniciativa do então Intendente Municipal Lucas Araújo de Oliveira. 


Conta com túmulos dignos de estudo por sua arquitetura, como o das famílias Genro, Azambuja e Coronel Tuca. Estão sepultados ali os ex- intendentes e prefeitos Lucas Araújo de Oliveira, Franklin Falcão da Frota, Elói Machado da Silveira" Coronel Tuca", Luíz Vitorino Chagas, Silvio Ferreira Aquino, Tito Becon, Gumercindo Saraiva, Hélio Lopes de Bitencourt, alem de outras lideranças políticas e comunitárias locais.


Também estão sepultados nesse local os poetas Aureliano de Figueiredo Pinto, José de Figueiredo Pinto, Jaime Medeiros Pinto, o aviador Nery Gomes Peixoto, o padre Assis, os Russos, figuras que se tornaram lendárias, e muitos outros conterrâneos ou não que aqui faleceram. No livro Caminhos Desencontrados de Aquino Frota em crônica registrada conta que inicialmente o cemitério tinha a sua frente voltada para a atual Av: Aparício Mariense, o que se nota pela posição dos túmulos mais antigos construídos no local.

 


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